Trombose - Flebite: sintomas e terapia

Trombose – o que é
A trombose, do grego thrombosis, coagulação, é a formação de um coágulo de sangue no interior de um vaso sanguíneo, provocado por uma coagulação anómala das globulinas ou plaquetas. As plaquetas têm uma função importante em caso de hemorragia, quando o processo da coagulação permite a formação de uma crosta que pára o defluxo sanguíneo. Quando porém a coagulação ocorre no interior de um vaso sanguíneo, a circulação é obstruída.
Um coágulo pode formar­-se em todos os vasos sanguíneos, mas é mais frequente nas veias. Muitas vezes o coágulo forma-se nas pernas, sobretudo nas veias mais superficiais das barrigas das pernas e, em tal caso, fala-se de flebite. As tromboses das artérias manifestam-se muito mais raramente.
Principais causas de tromboses e flebites
As causas da trombose são numerosas. Por exemplo, pode verificar-se uma alteração da parede do vaso sanguíneo que provoca um afluxo de plaquetas para fechar a ferida. A causa da trombose pode ser também uma modificação da circulação ou da composição do sangue. Todas as vezes que um vaso sanguíneo sofre um estreitamento, aumentam os riscos de trombose. O risco é maior quando o paciente sofre de varizes ou tem excesso de peso, e aumenta com a idade.
O parto, as intervenções cirúrgicas, sobretudo aquelas que afectam o abdómen, e o repouso na cama por mais de oitos dias são três circunstâncias que favorecem a trombose.
A terapia das tromboses e das flebites

Fig. - A complicação principal das tromboses venosas, ou flebites, é a migração de um coágulo em direcção aos pulmões, com consequente embolia pulmonar.

Quando se deve consultar o médico?

Quando a trombose se manifesta durante um internamento numa estrutura hospitalar, é o controlo médico quotidiano que permite diagnosticá-la de maneira tempestiva. Quando, pelo contrário, se manifesta inesperadamente, a dor e a tumefacção numa perna, com consequente aumento ou abaixamento da temperatura e sensação de entorpecimento, devem induzir o paciente a consultar imediatamente o médico. Também o caso de se manifestar uma febre ligeira associada a uma pulsação excessivamente rápida pode ser um sintoma da trombose.

O que faz o médico?

O exame clínico identifica quer os sintomas da trombose quer os factores que podem favorecer as complicações eventuais. Em caso de dúvida, ou para escolher a terapia mais correcta, o médico, por vezes, requisita uma arterio­grafia, isto é uma radiografia do sistema venoso depois de se ter injectado nas veias uma substância de contraste radiopaca. O exame Doppler serve para localizar exactamente o trombo.

ATENÇÃO:

Os sintomas da trombose nunca devem ser subes­timados. É necessário consultar o médico logo desde o aparecimento destes sintomas, sem esperar que eles desaparecem sozinhos.

Qual é a terapia?

A terapêutica de base da trombose é constituída por fármacos anticoagulantes. Os mais usados são a heparina, em várias preparações administrados com injecções intravenosas ou intramusculares, e as antivitaminas K tomadas por via oral. Uma perfusão intravenosa de enzimas trombolíticas pode ser indicada ao início da sintomatologia para a dissolução de um coágulo de formação recente. A terapêutica anticoa­gulante deve ser seguida até quando persiste o risco de difusão ou de recidivante, por vezes durante toda a vida.

O desenvolvimento das flebites e das tromboses

Metade dos doentes não manifesta nenhum sintoma. Os outros experimentam uma sensação de cansaço, tumefacção, calor ou entorpecimento numa perna, que se acentua quando o indivíduo anda. A flexão do pé, que provoca a extensão da barriga da perna, resulta particularmente dolorosa. Em ausência de terapia, como muitas vezes acontece até que a doença seja diagnosticada, qualquer indivíduo consegue curar-se espontaneamente, também se o risco de recidivantes nunca pode ser excluído. Outros doentes são pelo contrário vítimas de compli­cações, a mais frequente das quais é a embolia pulmonar, que também pode levar à morte. Para além disso se se segue uma terapia adequada, a cura é normalmente garantida.

Como evitar as tromboses

O episódio trombótico só por si não pode ser prevenido mas podem reduzir-se os riscos diminuindo os consumos alimentares, sobretudo as gorduras animais, evitando o excesso de peso e realizando exercício físico regular. Depois de uma intervenção cirúrgica ou um parto, os tempos de convalescência reduzidos diminuem o risco de trombose. Pôr-se em pé poucas horas depois do despertar da anestesia é a mais simples e eficaz medida preventiva, também se por vezes resulta um pouco dolorosa. Nas situações sujeitas a risco, os médicos prescrevem geralmente injecções de anticoagulantes com objectivo preventivo.

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Alopecia - queda de cabelo

Alopecia - a origem e o tratamento
Perder cabelo é natural. Cada um de nós possui de 100 mil a 150 mil fios de cabelo. Destes, todos os dias entre 50 e 100 ficam pelo ca­minho. Parece um número significativo, mas não deve suscitar preocupação, na medida em que esta queda faz parte do processo de renovação capilar.
É que o cabelo vive por ciclos, correspondem­ do os que perdemos diariamente ao encerrar de um capítulo que vai dar origem a novos fios. A primeira dessas fases é a anagénese: é nela que se encontra a maior parte do couro cabeludo - entre 90 e 95 % - corres­pondendo ao crescimento activo dos fios, um processo que se prolonga por dois a seis anos, em média. Os cabelos entram então na fase de transição – a catagénese - durante a qual o crescimento pára: é assim que se en­contra cerca de um por cento do couro ca­beludo, por um período que dura algumas semanas. Finalmente, a fase de repouso ou telogénese: são dois a três meses findos os quais os cabelos - entre cinco e 12 por cento do total - começam a cair, empurrados por novos fios em crescimento. Começa, assim, um novo ciclo.
Estas três fases coexistem em todas as pesso­as, o que significa que, a cada momento, há sempre cabelos em crescimento, em repou­so e em queda. Os que caem, em regra, não ultrapassam a centena por dia. Claro que nenhum de nós conta o número de fios que se desprendem no banho, no pente ou na escova, mas, de uma forma ou de outra, todos temos sensi­bilidade para saber se a queda é mais acentuada do que devia. Quando isso acontece o mais provável é estar-se perante um desequilíbrio ao nível do couro cabeludo, caracterizado pela existência de mais cabelos em queda do que em crescimento. A renovação capilar está, então, ameaçada, podendo corres­ponder a um quadro de alopecia - vulgarmente conhecida por calvície, aquela que se denomina alopecia androgenética.
As causas da fragilidade dos cabelos
Definida como a ausência, rarefacção ou queda de cabelos, de carácter transitório ou definitivo, com expressão local, regional ou total, a alopecia está associada a um conjunto diversificado de causas. Antes de mais, pode ser influenciada pela hereditariedade, sabendo-se que antecedentes familiares podem deter­ minar a idade em que se declara a queda acentuada e o padrão que segue. É o que acontece, de uma forma geral, na alopecia que afecta os homens. Já nas mulheres, a causa radica, com frequência, nas hormonas, o que explica que a gravidez e a toma de contraceptivos orais (pílula) influenciem a queda de cabelo.
Doenças e medicamentos têm igualmente responsabilidade: patologias como o lúpus e a diabetes estão associadas a uma maior fragilidade capilar, o mesmo acontecendo com, entre ou­tros, fármacos utilizados em tratamentos psiquiátricos, como os antidepressivos. Bem conhecida é a queda de cabelo associada aos tratamentos contra o cancro, sobretudo a quimioterapia.
Também o stress pode influenciar a saúde capilar, devido à acção dos radicais livres. Neste rol de cau­sas há que incluir ainda a queda de cabelo de ori­gem comporta mental - trata-se da tricotilomania, uma desordem em que os doentes puxam o seu próprio cabelo, até o arrancarem, podendo fazer com que os fios rareiem numa determinada zona do couro cabeludo.
Outros factores podem ainda contribuir para a alopecia: o ambiente é um deles, na medida em que a exposição excessiva ao vento e ao calor, por exemplo, deixam os cabelos mais frágeis. O mes­ mo acontece com a agressividade química de pro­dutos usados na higiene capilar e com o uso de produtos inadequados.
O uso intensivo de adornos - fitas, ganchos, entre outros - e penteados muito elaborados, em que o cabelo é preso, causam atrito, podendo assim danificar os fios. Finalmente, é preciso ter em con­ta o peso da alimentação: uma dieta escassa em vitaminas e sais minerais é uma dieta inimiga do cabelo.
As diferenças na alopecia
A alopecia não se manifesta de igual forma em to­ das as pessoas. Uma das diferenças mais evidentes é a que existe entre homens e mulheres: nuns e noutras o cabelo cai segundo padrões diferentes, em parte determinados pela hereditariedade.
O padrão masculino é o que corresponde à alo­pecia androgenética masculina, a escassez de ca­belo típica do envelhecimento. A queda começa normalmente nas têmporas e no topo da cabeça, progredindo na direcção da nuca. É, com frequên­cia, permanente, podendo evoluir para calvície. Nas mulheres a alopecia androgenética manifes­ta-se de forma diferente: os fios vão ficando mais finos e escassos em todo o couro cabeludo, ainda que a queda possa acentuar-se à frente, nos la­dos e no cocuruto. Raramente, contudo, há lugar a calvície. Além deste, há um outro tipo de alopecia - a alopecia areata, que tanto afec­ta homens como mulheres e até se declara em crianças. Tudo começa com a ausência de cabelo numa mancha do couro cabeludo claramente circunscrita, mas à qual se vão seguindo rapidamente outras - são as cha­madas peladas.
O que acontece é que os folículos capilares abrandam a sua produção, podendo não crescer cabelo durante meses ou até anos. Contudo, esses folículos mantêm-se vivos, necessitando apenas do estímulo certo para voltarem ao activo. Em alguns casos, a alope­cia areata desencadeia a perda total do cabe­lo, com ou sem queda dos pêlos corporais. Não se conhece exactamente a causa deste tipo de alopecia, considerando-se que se deve a uma doença auto-imune em que o corpo rejeita os folículos capilares como se lhe fossem alheios.
O tratamento da alopecia
A alopecia não é propriamente uma doença. Mas isso não significa que não cause sofrimento: antes pelo contrário, a queda do cabelo pode ser muito perturbadora a nível psicológico, com potenciais consequências a nível da auto-estima e das relações sociais.
É, quase sempre, esse impacto emocional que desencadeia a procura de tratamento, estando disponíveis produtos que actuam sobre o couro cabeludo, estimulando a circulação sanguínea. O que acontece, ao nível dos folículos capilares, é que são activados, o que acelera o crescimen­to dos cabelos. Na maioria dos casos, a alopecia é tratada com recurso a produtos à base de mi­noxidil. Estes produtos destinam-se a aplicação tópica (local).
Uma outra subs­tância - finasteride – é indicada no tratamento da alopecia masculina. O seu uso em mulheres - sobretudo em idade fértil - é totalmente desa­conselhado, na medida em que a sua absorção pode causar defeitos congénitos em fetos do sexo masculino. No entanto, as mulheres com hiperandrogenemia beneficiam do tratamento com finasteride.
Travar a queda do cabelo e estimular o seu cres­cimento é o objectivo dos tratamentos. Um ob­jectivo que, no entanto, leva tempo a alcançar, pelo que se impõe paciência e persistência. A eficácia depende da causa e da extensão da alo­pecia, bem como da resposta individual ao me­dicamento. É igualmente individual a decisão de avançar para o tratamento: tudo depende do impacto da queda do cabelo e do valor que se dá aos fios que nos emolduram o rosto.
Cuidados que deve ter
Aplicar os cuidados capilares mais adequados é meio caminho andado para proteger os cabelos e prevenir a queda. São cuidados como: - usar sempre produtos adequados ao tipo de cabelo;
- lavar o cabelo com água morna, enxaguando bem com água fria;
- retirar o excesso de água antes de secar e usar um secador a uma distância de 15 cm e a uma temperatura média,
- usar uma escova de cerdas naturais e suaves;
- evitar os adornos e os penteados que causem atrito ao cabelo;
- moderar o recurso a tintas e permanentes;
- proteger os cabelos das agressões externas – por exemplo, usando um chapéu que os resguarde do sol ou uma touca que os proteja do cloro das piscinas;
- alimentar o cabelo: por fora, com produtos adequados, e por dentro, fazendo uma dieta equilibrada;
- consultar um dermatologista perante alterações no couro cabeludo.

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O desenvolvimento da personalidade

Personalidade: uma questão de identidade
(Cada um é como cada qual)
PERSONALIDADE é um conceito amplo e abrangente. É a organização permanente das predisposições do indivíduo dos seus traços característicos, motivações, valores e modos de ajustamento ao ambiente.
O desenvolvimento da personalidade é um processo complexo porque depende de quatro tipos de factores:
O 1º - factor é o biológico no qual se incluem a dotação genética, temperamento, aparência física e taxa de maturação.
O 2º - factor é a participação num grupo cultural. Em cada cultura há características que são adquiridas pelas crianças desde muito cedo.
O 3º - factor é a socialização isto é as experiências da criança com os outros, sobretudo os membros da família A personalidade é sobretudo o produto da aprendizagem social, dos modos de vida dos pais.
O 4º - factor é a situação de vida que a criança vive que pode concorrer para que manifeste cansaço, frustração, ansiedade, calma, bom humor; as recompensas ou castigos que recebe influenciam muito. Ex: se uma criança barulhenta e agressiva for educada na escola por professores metódicos e exigentes mas amáveis as atitudes da criança modificam-se. Os colegas podem, também, ajudar a mudar a sua personalidade.
GRANDES ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA PERSONALIDADE
INFÂNCIA
1.ª Infância - corresponde a um período em que em virtude da sua imaturidade biológica e psicológica a criança depende integralmente do adulto.
2.ª Infância - maior autonomia psicomotora e aparecimento do pensamento e da linguagem. Do ponto de vista afectivo já existe uma diferenciação entre o Eu e o Outro o que permite o aparecimento de relações qualitativamente diferenciadas.
3.ª Infância - corresponde aos primeiros anos escolares onde a aprendizagem e o conhecimento ocupam um papel de destaque. O pensamento toma-se racional. Ao nível das relações sociais e afectivas dá-se um alargamento para objectos extra familiares.
ADOLESCÊNCIA - período de grande relevância para a construção da identidade.
VELHICE - diminuição progressiva de algumas capacidades. Balanço final e preocupação com os outros.
Paradigmas que fazem abordagens sobre o desenvolvimento
(cada um dos paradigmas corresponde a um nível particular de explicação, eles são complementares).
O PARADIGMA - (estímulo - resposta)
- o meio ambiente é o factor principal no desenvolvimento;
- o desenvolvimento é feito por associações;
- preocupa-se com as razões imediatas do comportamento (qual foi o estímulo que deu origem à resposta);
- defende a aprendizagem por observação de modelos: atenção, motivação, retenção e reprodução.
O PARADIGMA PSICODINÂMICO/PSICANALÍTICO
- as relações pais/filhos são determinantes na construção da personalidade;
- o desenvolvimento faz-se por fases ou etapas: Oral, Anal, Fálica, Latência, Genital (segundo Freud).
- a realidade psíquica pode não ser igual ao real.
- Erikson defende que existem 8 etapas de vida a que chama crises;
O PARADIGMA ETOLÓGICO
- o desenvolvimento é uma adaptação ao meio; se não há alteração ao meio então não há bom desenvolvimento;
- defende que muitos comportamentos herdados são o resultado da evolução da espécie ao longo de milhares de anos;
- existe a formação de laços vinculativos que são indispensáveis na infância para que a espécie possa sobreviver;
O PARADIGMA COGNITIVO DESENVOLVlMENTISTA - (Segundo Piaget)
- o desenvolvimento dá-se por etapas que são fixas e universais;
- o ritmo das etapas é condicionado pelas experiências de vida e pelas características socioculturais onde se vive;
- não se pode passar para outra etapa sem a anterior estar concluída, não há saltos.
O Crescimento - traduz um aumento quantitativo (número de células).
A Maturação – significa um processo em termos qualitativos.
A Aprendizagem - corresponde ao aparecimento de novos comportamentos através da experiência.
O Desenvolvimento - é um processo que engloba os três conceitos anteriores e é influenciado por factores biológicos e ambientais.
O que acontece quando o desenvolvimento não acontece de modo normal:
Problemas Instrumentais
- actividade corporal – ex: atraso no crescimento, tiques, instabilidade motora, etc.
- linguagem e da fala – ex: problemas de articulação, gaguez, perturbações fonéticas, etc.
Problemas Funcionais
- sono – insónias, problemas em adormecer, pesadelos, terrores nocturnos, etc.
- nutrição – cólicas, vómitos, anorexias, bulimias, etc.
- controlo dos esfíncteres – eneurese diurna ou nocturna, obstipação, etc.
Problemas Afectivos
- ansiedade e neurose – fobias, perturbações de ansiedade ou de pânico, obsessões, etc.
- humor – estados depressivos, maníacos ou estados mistos, etc.
Problemas de Comportamento
- antissociais – perturbações de oposição, perturbações da conduta, etc.
- suicídio – tentativas de…, formas de comportamento de …
- toxicomanias – alcoolismo infantil ou juvenil, heronania, etc.
ELE E EU… NÃO É ESTRANHO?
Quando ele não acaba o seu trabalho, digo: é preguiçoso. Quando eu não acabo o meu trabalho, digo: estou muito ocupado.
Quando ele fala de alguém, é maledicência. Quando - eu falo de alguém, é crítica construtiva.
Quando ele mantém o seu ponto de vista, é teimoso. Quando eu mantenho o meu ponto de vista, sou firme. Quando ele não me fala, é uma afronta. Quando eu não lhe falo, é simples esquecimento.
Quando ele demora muito tempo a fazer qualquer coisa, é lento. Quando eu demoro muito tempo a fazer qualquer coisa, sou cuidadoso.
Quando ele é amável, tem uma segunda intenção. Quando eu sou amável, é porque sou virtuoso.
Quando ele vê os dois aspectos de uma questão, é oportunista. Quando eu vejo os dois aspectos de uma questão, sou largo de espírito.
Quando ele é rápido a fazer qualquer coisa, é descuidado. Quando eu sou rápido a fazer qualquer coisa, sou hábil.
Quando ele faz qualquer coisa sem lhe pedirem, mete-se no que não lhe diz respeito. Quando eu faço alguma coisa sem que mo peçam, tenho iniciativa.
Quando ele defende os seus direitos, tem mau feitio. Quando eu defendo os meus direitos, mostro que tenho carácter.
SIM… É MUITO ESTRANHO! (Y. Blondel)

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