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Tatuagens Mehndi - Indian Mehndi

Mehndi - arte corporal

Mehndi é  uma tatuagem temporária feita com um corante extraído da planta henna. A coloração vai do vermelho ao castanho e, quando aplicada na pele, poderá escurecer devido aos elevados níveis de queratina. Dependendo de como a tintura é aplicada e de como a pele está tratada, adere à pele por alguns dias ou semanas.
A arte de mehndi existe há séculos. O local exato da sua origem é difícil de saber, pois pessoas de diferentes culturas deslocam-se através dos continentes partilhando a sua arte. Traços de henna foram encontrados sobre as mãos de uma múmia de 5 mil anos, sugerindo que o Mehndi data do antigo Egito.














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As melhores e as mais loucas cirurgias plásticas de celebridades - Best and Worst: Celebrity Plastic Surgery

Cirurgia plástica de celebridades

Biggest celebrities with some crazy plastic surgery


Amanda Leopre
 Bruce Jenner
 Carrot Top
 Courtney Love
 Donatella
 Heidi Montag
 Jackie Stallone
 Joan Rivers
 Jocelyn Wildenstein
 Kim Kardashian
 Latoya Jackson
 Lil Kimn
 Meg Ryan
 Michael Jackson
 Nicole Kidman
 Tara Reid
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Cílios e Flagelos

Conhecer o próprio corpo: cílios e flagelos
Os cílios:
Os cílios estão dispostos sobre a superfície do epitélio, onde os seus movimentos ondulatórios empurram as partículas ou os fluidos numa direcção constante. Encontram-se presentes sobretudo a nível do aparelho genital feminino (pavilhão do ovário, trompas de Falópio) e do aparelho respiratório (árvore bronquial e traqueia).
Forma dos cílios:
Cada célula ciliada é provida de cerca de 200 cílios, com um comprimento de cerca de 5 mícrons e uma espessura de 0,25-0,5 mícrons. Nas células de dimensões normais encontram-se ocasio­nalmente cílios mais curtos, em via de regeneração ou de substituição. A raiz dos cílios está ligada a um corpúsculo basal que tem sede no citoplasma e que produz o movimento ciliar e o coordena de forma que todos os cílios se movam em maneira homogénea.
Função dos cílios:
Os cílios batem em média 10-20 vezes por segundo com um movimento regular e coordenado que torna possível:
- a nível do aparelho reprodutivo feminino, a progressão do óvulo na trompa de Falópio e eventualmente em direcção ao útero;
- a nível do aparelho respiratório, a expulsão das vias respiratórias do muco juntamente às partículas inaladas e aos 'agentes infecciosos contri­buindo assim também ao mecanismo de defesa pulmonar. A velocidade do transporte do muco varia, conforme os indivíduos, de 13 a 30 mm por minuto.
Várias doenças crónicas, assim como o fumo, os vapores ou as poeiras irritantes, danificam os cílios respiratórios compro­ metendo a sua função de limpeza. A inalação de vapores tóxicos ou muito quentes destroem os cílios com graves danos para o aparelho respiratório. No aparelho genital feminino a destruição das células ciliadas em seguida a uma infecção aumenta o risco de gravidezes extra­ uterinas ou de esteri­lidades.
IMPORTANTE:
Na natureza existem vários microorganismos ciliados. A função dos cílios é aquela de facilitar os seus deslocamentos num ambiente líquido, por exemplo para aproximarem-se das substâncias nutritivas.
Os flagelos:
Com uma estrutura muito semelhante àquela dos cílios, os flagelos encontram-se presentes nos espermatozóides, nos quais constituem a parte mais longa (cerca de 50 mícrons).
O movimento dos flagelos é de tipo sinusoidal, como aquele de uma corda que roda sobre si mesma. Este movimento, que dá a possibilidade aos espermatozóides de se deslocarem, começa somente depois da ejaculação, quando a mobilidade dos flagelos é activada pelas substâncias prostáticas que se misturam com o esperma. Uma percentagem elevada de flagelos imóveis é sintoma de esterilidade.
Existem também numerosos microorga­nismos flagelados alguns dos quais provocam doenças no homem. Entre estes parasitas, providos de 1 ou 2 flagelos (quer em permanência quer em certos estados da sua evolução), existem:
- o tripanossoma, responsável pela doença do sono;
- o Leishmania, responsável pelo kala-azar e pelas leishmanioses cutâneas que têm afectado, por exemplo, os soldados da guerra do Golfo;
- os trichomonas, que infectam o aparelho genital ou o intestino;
- os Giardia ou Lamblia, parasitas do aparelho digestivo.
Contra os parasitas flagelados são de vez em vez prescritos fármacos específicos.
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Como causar boa impressão

Fazer boa figura diante dos outros
A magia está dentro de nós. Precisamos apenas de a usar.
Várias são as pesquisas que de­monstram que começamos a emitir juízos de valor sobre as pessoas nos pri­meiros sete segundos em que estamos frente a elas. A maior parte da comu­nicação não é transmitida oralmente . Deixamos transparecer os nossos ver­dadeiros sentimentos no olhar, no rosto e na postura do corpo. Simulta­neamente, desencadeamos nos outros urna série de reacções emocionais, que vão da afirmação ao medo.
Pensemos em alguns dos momen­tos mais importantes da nossa vida: o dia em que fomos apresentados ao nosso futuro cônjuge, uma entrevista para um emprego, um encontro com um desconhecido. Tentemos lem­brar-nos do que sentimos e pensá­mos nos primeiros sete segundos. Como é que «lemos» a outra pessoa e como nos terá ela «lido»? Você é a mensagem. O segredo foi sempre e será sempre o de encontrar a mensa­gem que está em nós.
Se fizermos uso das nossas boas qualidades, os outros desejarão estar ao nosso lado e cooperar connosco. Aproveitemos os nossos trunfos pes­soais, a aparência física, a energia, a qualidade do discurso, a altura e o tom da voz, a vivacidade e os gestos, a expressividade do olhar, a habili­dade para manter o interesse dos ou­tros. É com base em todos esses da­dos que o nosso interlocutor vai for­mar a sua opinião sobre nós.
Seja você mesmo.
Muitos livros de conselhos sugerem-nos que nos fe­chemos num quarto, a sós com a nossa personalidade, tentando convencê-la a fascinar e a impressio­nar. Ensinam-nos a cumprimentar com fortes apertos de mão. Dizem­-nos que devemos fixar o olhar na outra pessoa como se quiséssemos hipnotizá-la. Se seguirmos todos es­ses conselhos, vamos confundir toda a gente, inclusive nós próprios.
O truque consiste em sermos nós mesmos, servindo-nos das nossas me­lhores qualidades. As pessoas mais eficientes nunca mudam de carácter conforme as situações. São sempre as mesmas, quer estejam a ter uma con­versa íntima, a conversar com os amigos no clube ou a ser entrevistadas para um emprego. Comunicam com todo o seu ser. As tonalidades da voz e os gestos são completamente sin­cronizados com as palavras.
Contudo, os oradores às vezes pas­sam sinais confusos ao público. O meu tipo favorito é aquele que se anuncia assim: «Senhoras e senhores, sinto-me muito feliz por me encontrar aqui», enquanto olha para os pés. Não tem um ar feliz; parece aborrecido, assustado ou deprimido. O público responderá sempre em primeiro lugar ao aspecto visual, em detrimento do verbal. Pensará: «Ele diz que está feliz, mas não parece. Está a tentar iludir-nos.»
Utilize a força do olhar.
Quer nos dirijamos a uma pessoa ou a cem, não podemos esquecer-nos de olhar para elas. Algumas pessoas começam a falar olhando-nos nos olhos, mas mal pronunciam algumas palavras começam a olhar para longe. Quando entramos numa sala, de­ vemos olhar descontraidamente, ao acaso, e só depois fixar directamente as pessoas que estão lá e então sorrir. Isso mostrará que nos sentimos à vontade. Para algumas pessoas, o facto de terem de entrar numa sala repleta de pessoas é como se tivessem de entrar na jaula de um leão. Não concordo com isso, mas, se sentisse o mesmo, não olharia para o chão nem para o tecto. Estaria de olho no leão!
Ouça antes de falar.
Quando se vai a uma reunião, a uma festa ou a uma entrevista, não se deve começar logo a exprimir opiniões pessoais. Deve-se esperar um pouco e tentar captar o que se passa à nossa volta. Qual será a disposição dos outros? Estarão de­primidos, bem-dispostos, felizes, ex­pectantes? Querem aprender algo connosco ou querem discutir? Se conseguirmos ter a percepção do que se passa com os outros, seremos mais capazes de chegar até eles.
Concentre a energia.
Como é que se retemperam as energias? Quando vou encontrar-me com alguém, procuro sentar-me cal­mamente e arrumar as ideias. Res­piro fundo e penso na finalidade da entrevista - na minha e na do meu interlocutor. Por vezes, dou uns pas­sos para facilitar a circulação do san­gue. E, depois de entrar na sala, paro de pensar em mim. Concentro-me na outra pessoa e tento descobrir os seus aspectos interessantes. A energia adequadamente utili­zada funciona como um magnetismo que todos nós temos quando acredi­tamos sinceramente numa coisa. Quando as pessoas enérgicas falam, estão comprometidas com o público e com a sua mensagem. Mesmo que discordemos delas, não podemos pôr em causa as suas convicções. É importante ter um ar seguro. Frequentemente, vemos pessoas que começam a falar e de repente diminui em a intensidade da voz ou tapam a boca com a mão. Ninguém dará importância a uma pessoa que está a apalpar o terreno, o que não significa que não se deva ser calmo, cauteloso e ponderado.
Seja flexível.
Devemos consultar bem o nosso ego. Pronunciamos muitas vezes a palavra «eu»? Só nos preocupamos com os nossos próprios problemas? Lamentamo-nos frequentemente? Quando alguém dá uma ideia, a nossa tendência é para colocar defeitos? Se pelo menos uma das respostas foi afirmativa, estamos a precisar de mudar de atitude; estamos a arriscar­-nos a perder a estima dos amigos, dos parentes e dos colegas. Para que os outros se sintam bem, é preciso dar-lhes a sensação de que também nos sentimos bem. Não de­vemos fazer alterações dramáticas de personalidade, nem assumir uma ati­tude estudada: limitemo-nos a ser iguais a nós próprios, a mostrar a nossa imagem. Na realidade, é den­tro de nós que está a magia que nos permite causar boa impressão; afinal, ninguém vai conseguir ser como nós, excepto nós mesmos.
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Como rejuvenescer: conheça oito maneiras de o conseguir

Qual é o segredo de uma boa saúde?
Ter bons genes e evitar factores de risco como o fumo, a bebida e os alimentos com alto teor de colesterol é importante. Mas não é tudo. Muitos cientistas crêem que deveríamos também cultivar os traços de personalidade e os hábitos de saúde que nos mantêm bem. Eis oito coisas que poderemos fazer pelo nosso corpo e que nos ajudarão a permanecer de boa saúde, parecermos e sentirmo-nos mais novos e vivermos mais tempo:
1.«Make love, not war.»
Os casais que normalmente se zangam e se tornam hostis ao falarem dos seus problemas apresentam geralmente níveis de tensão arterial e de problemas cardíacos mais altos que aqueles que os resolvem com compreensão e sentido de humor. As zangas afectam ainda o sistema imunológico de ambos os cônjuges num período que pode ir até 24 horas depois da discussão.
Pelo contrário, um casamento feliz poderá proteger-nos a saúde. Normalmente os homens que apresentam um alto risco de virem a contrair doenças cardíacas têm 20 vezes mais hipóteses de vir a sofrer de dores no peito que aqueles que apresentam um baixo risco. Mas, misteriosamente, alguns dos homens que apresentam muitos problemas de saúde (altos níveis de colesterol, diabetes e hipertensão) continuam quase sempre sem ter dores no peito. Porquê? Há uma explicação possível: têm mulheres dedicadas, que os apoiam em todas as situações.
Quando fazemos amor, o nosso corpo pode beneficiar ainda mais. A actividade sexual pode reciclar o sistema imunológico, aumentar a resistência à dor (aliviando assim dores de cabeça e artrites crónicas), actuando ainda como um sedativo e protector natural contra o stress. As pessoas que têm uma vida sexual activa são menos ansiosas e hostis, sendo ainda mais saudáveis do ponto de vista físico que as pessoas sexualmente inactivas. O sexo, é talvez a melhor medicina preventiva e curativa que existe.
2. Vacine-se.
Os adultos que não foram vacinados contra o sarampo, a papeira e a rubéola em pequenos correm o risco de apanhar estas doenças infantis. A imunização dos adultos deveria receber a mesma prioridade que a das crianças. Todos os anos, morrem em todo o mundo milhares de adultos com gripe, pneumonia, hepatite B e problemas dela derivados e outras doenças que podem geralmente prevenir-se com uma simples vacina.
Muita gente acredita, erradamente, que a vacina contra a gripe ou provoca a doença ou simplesmente não produz efeito. Mas, na realidade, esta vacina protege da doença entre 70 e 90% dos jovens adultos e crianças, reduzindo ainda drasticamente os riscos de hospitalização e morte dos mais velhos. Apenas 10% das pessoas registam efeitos secundários ligeiros, como dores de cabeça e febres baixas - um preço baixo a pagar pelo salvamento de cerca de 20 000 vidas por ano.
Recomenda-se também uma vacina contra a pneumonia para quem já ultrapassou os 65 anos ou sofra de doenças pulmonares, cardíacas ou apresente deficiências no sistema imunitário. Evitar-se-á assim o aparecimento da doença em 60% dos vacinados. Todos os anos, são infectados pelo vírus da hepatite B, uma doen­ça do fígado que é transmitida pelo sangue e por contactos íntimos, provocando doenças crónicas como a cirrose e o cancro do fígado entre milhares de pessoas.
Tal como acontece com a sida, o risco de contrair hepatite B é maior entre os consumidores de droga que se injectam, homossexuais e heterossexuais sem companheira fixa. Mas dada que um terço dos casos ocorre em pessoas sem factores de risco conhecidos, todos deveríamos ser vacinados.
3. Seja sociável.
A maioria das pessoas robustas e com vitalidade cultiva fortes amizades e gosta do seu semelhante. Ter uma rede formada por uma família e um grupo. de amigos que nos apoie é um factor que tem vindo a ser associada à redução. dos problemas da gravidez (e partos menos prolongados), ao aumento dos níveis de imunidade e a uma maior força para se deixar de fumar, manter um programa de exercícios e até mesmo para sobreviver ao cancro.
As mulheres com cancro da mama com metástases que participam em reuniões semanais de apoia vivem geralmente duas vezes mais que aquelas que apenas recebem tratamento médico. Quando atravessamos uma fase difícil a falta da apoia das outras pessoas constitui um factor de risco para a saúde, tal como o hábito de fumar ou a falta de exercício. Os adultos que se dão menos com as outras pessoas são também aqueles que correm o maior risco de vir a morrer de doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais, cancro e outras enfermidades.
4. Durma o suficiente.
Nas alturas em que trabalhamos com maior afinco, é fácil esquecermo-nos de que o nosso corpo também necessi­ta de repouso. Mas um período moderado de sono (de sete a nove horas diárias) ajudar-nos-á a sentirmo-nos melhor e a ficarmos com melhor aspecto. Se não dormirmos, sentimo-nos mal e cansados e também com uma forma negativa de encarar a vida. Dormir o suficiente também tem sido associado à longevidade. Geralmente as pessoas que dormem seis ou menos horas por noite apresentam uma taxa de mortalidade 70% superior à daquelas que dormem sete ou oito horas. Algumas investigações apontam para a existência de uma ligação entre o sono profundo e o sistema imunológico. Diversos químicos mergulham-nos no sono de ondas lentas (o tipo de sono mais profundo e que mais nos faz descansar), ao mesmo tempo que colocam o sistema imunológico em acção.
5. Preste atenção ao seu corpo.
O nosso corpo «fala» constantemente connosco através das dores e daquele vago sentimento a que chamamos intuição. Tome atenção. As pessoas que tomam atenção aos sinais do corpo são menos propensas a adoecer que aquelas que ignoram os problemas. Por isso, se o seu corpo lhe enviar uma mensagem em forma de sintoma, dê-lhe atenção.
6. Faça aquilo de que gosta.
O stress provocado por não gostarmos daquilo que fazemos pode fazer-nos parecer gastos e exaustos, podendo dar igualmente origem a uma grande quantidade de doenças. Metade das pessoas cujos empregos as submetem a grande pressão sofrem frequentemente de dores de cabeça, constipações, indigestão, bronquite e pneumonia. Muitas vezes temos dores de coluna, cabeça ou problemas de estômago durante os dias úteis. Chega então o fim-de-semana e estes sintomas desaparecem misteriosamente, regressando na manhã de segunda-feira. As pessoas com dez anos de stress no local de trabalho enfrentam um risco dez vezes maior de contrair cancro rectal e do cólon que as outras. E se detestamos o nosso emprego mas não podemos dar-nos ao luxo de nos despedirmos? Um emprego, para nos realizar, deve oferecer-nos variedade e desafios. O facto de um empre­go oferecer ou não variedade depende mais da forma como o encara­ mos que das condições de trabalho propriamente ditas.
7. Faça uma dieta mediterrânica.
George Bernard Shaw disse certa vez: «Não existe amor mais sincero que o amor pela comida.» No entanto, hoje em dia é-nos tantas vezes dito que aquilo que comemos é mau para a saúde que se torna difícil apreciarmos realmente uma refeição.
Que deveríamos então fazer? Descontrair-nos e comer como os povos que vivem nas Imediações do Mediterrâneo. Apesar das vantagens da dieta mediterrânica, ninguém sabe ao certo quais os ingredientes que a tornam saudável. Tanto pode ser a abundância de cereais integrais, como de frutos e vegetais frescos, as baixas doses de carne vermelha ou mesmo as elevadas doses de alho (que pode aumentar o bom colesterol e reduzir o mau.
O azeite, que também reduz o mau colesterol, é um ingrediente controverso na dieta daqueles povos: alguns especialistas defendem que todos os tipos de gordura prejudicam a saúde, mas outros, pensam que o azeite poderá ser benéfico, principalmente quando substitui gorduras saturadas. Por isso, aconselham­nos a, mais do que nos preocupar­ mos sobre se teremos posto demasiado azeite no esparguete, apreciar­ mos o nosso jantar, dando depois um passeio higiénico.
8. Cuide da sua alma.
São cada vez mais as provas que relacionam a crença em Deus com a boa saúde física. Vários estudos revelam-nos que, os praticantes apresentavam menores taxas de doenças, desde a hipertensão e as doenças cardíacas até à tuberculose e ao cancro do útero. Pode ser que o ser­se religioso leve a um tipo de vida mais saudável e que nos permita obter mais apoio dos outros ou diminua os efeitos do stress. Ou também pode ser que a esperança e o optimismo estimulem o sistema imunológico.
Em poucas palavras, uma saúde forte (algo de determinante para que aparentemos ser e nos sintamos vários anos mais novos), requer mais do que seguir uma rígida lista de instruções. Também é importante que atinjamos um estado de espírito exuberante, divertido e cheio de esperança. Os cientistas encontram cada vez mais provas da verdade das palavras do pianista Arthur Rubinstein, quando afirmou: «Descobri que se amarmos a vida, ela corresponderá ao nosso amor.» E Rubinstein viveu até aos 95 anos!
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Os ritmos cerebrais (Yin & Yang)

As ondas do corpo e da mente
O cérebro humano é fermento de actividade electroquímica, e os impulsos que gera são pistas físicas para o trabalho das suas células no processamento sensorial e na memorização da informação. Os ritmos cerebrais registam-se sob a forma de traços de electroencefalogramas (EEG), que se reproduzem colando uma floresta de eléctrodos ao crânio.
Por meio do registo do EEG, descobriu-se que ocorrem no cérebro quatro tipos de ritmos eléctricos. A primeira destas ondas cerebrais a ser identificada foi o ritmo alfa, com frequência entre 9 e 12 ciclos por segundo, mas por vezes entre 8 e 13 ciclos por segundo. O ritmo alfa é geralmente associado com um estado de vigília descontraída. As pessoas sujeitas a pronunciado período de actividade alfa descrevem o seu estado mental como pacífico e por vezes mencionam uma sensação de flutuação. Quando o nosso cérebro está a produzir ritmos alfa, está receptivo, mas não estamos concentrados em qualquer pensamento ou actividade especial.
As ondas teta têm cerca de metade da frequência das alfas, entre 3,5 a 6,5 ciclos por segundo, e raramente constituem mais de 5% do total global das ondas cerebrais. As ondas teta registam-se mais quando a pessoa está sonolenta ou a sonhar. As ondas delta ainda mais lentas, com frequência de 0,5 a 3 ciclos por segundo, e registram-se quase só aos estádios mais profundos do sono. Quase toda a outra actividade eléctrica do cérebro se classifica como beta, e a frequência vai de 13 a cerca de 40 ciclos por segundo. Beta associa-se com o comportamento de alerta e actividade mental concentrada.
Como tantas vezes na ciência, as coisas nunca são claras e simples. Os padrões das ondas cerebrais são na realidade uma combinação de ritmicidade e irregularidade, e mudam tanto de momento para momento que é impossível dizer, com qualquer segurança, qual o padrão «normal» das ondas do cérebro. Apesar disso, as técnicas do biofeedback podem ajudar as pessoas a alcançar um estado desejado de actividade cerebral. A chave do biofeedback, que se aplicou com algum êxito no controle de outras funções corporais, como tensão arterial, tensão muscular, temperatura da pele, transpiração e pulsação cardíaca, é explicar ao sujeito em controle a função fisiológica que ele deseja controlar. Por um sistema de tentativa e erro, ele trabalha então para alcançar o estado mental ou físico que procura, podendo ver os resultados dos esforços despendidos. Concede-se o grau máximo do biofeedback a quem consiga alcançar o seu objectivo sem apoio de máquinas. Esta técnica deu resultados encorajadores para pessoas sofrendo de ansiedade, que têm poucas ondas cerebrais alfa.
O biofeedback das ondas cerebrais tornou-se um auxiliar popular de meditação. Embora possa não ser verdade que os peritos de Ioga e Zen tenham mais ondas lentas alfa nos seus ritmos cerebrais que o resto das pessoas, o domínio da arte da descontracção é um objectivo que vale a pena - com ou sem feedback - na confusão da vida moderna. Diz-se que o controle da mente pela meditação transcendental aumenta o número das ondas lentas alfa e teta dos padrões de ondas cerebrais. A pesquisa sobre os efeitos fisiológicos de tal meditação sugere que os eu resultado não é um estado alterado de consciência mas um estado mental semelhante ao sono, mas isto não diminui necessariamente a sua utilidade como arma eficaz contra o stress.
Como qualquer máquina, o corpo humano não é perfeito, e não ninguém que possa dizer com verdade nunca ter estado doente na sua vida. A prática da medicinaé, assim, tão velha como a humanidade, e um dos seus ramos mais antigos é a arte chinesa da acupunctura, surgida há pelo menos 5000 anos mas que só recentemente se popularizou no Ocidente. Toda a medicina oriental se baseia nas torres gémeas do Yin e do Yang. Estas não serão entidades tangíveis, mas tendências do movimento da energia - Yin é a tendência para a expansão, enquanto Yang é a tendência para a contracção. A teoria consiste em que todos os aspectos rítmicos da fisiologia humana ocorrem por causa do fluxo constante entre estes dois extremos, primeiro num sentido e depois no outro. Assim Yin e Yang ocorrem num estado de tensão e interacção dinâmicas, mas o resultado final é um estado de perfeita harmonia corporal.
Pensa-se que, no mundo vivo, as forças Yin-Yang, subjacentes a todos os aspectos da vida oriental, operam por meio de energia vibrante, ou chi, que permeia todas as criaturas. Quando o corpo humano está são, o ritmo pulsado por chi está em harmonia com as vibrações chi do ambiente. Dentro do corpo humano, a energia chi, dadora de vida, circula em sistemas específicos,os ching, ou meridianos. Há 12 meridianos regulares, abastecendo cada um dos órgãos particulares do corpo, e 6 «extraordinários». Pensa-se que a energia só flui através destes 6 canais de emergência quando os 12 normais não podem dominar o excesso de fluxo energético gerado pela doença ou distúrbio de qualquer órgão. Pontos estratégicos localizados ao longo de todos os meridianos, num total de cerca de 1000, constituem as válvulas de controle reguladoras do fluxo de energia e são os pontos do tratamento por acupunctura.
Anatomicamente, as linhas mais importantes do sistema nervoso correm ao longo dos meridianos.
A acupunctura tem um complexo sistema de leis, mas a mais evidente como ritmo biológico, diz que o chi circula o corpo 1 vez em 24 horas. Pensa-se que cada um dos 12 meridianos regulares -e, assim, os órgãos associados - têm um período de 2 horas de fluxo máximo de energia e um período de 2 horas de fluxo mínimo. Partindo deste conhecimento e de séculos de experiência acumulada de quando é provável os distúrbios de qualquer sistema corporal apresentarem os sintomas mais agudos, os médicos chineses estabeleceram tabelas, ainda hoje usadas, das alturas mais favoráveis de cada 24 horas para o tratamento da doença pela inserção de gulhas no ponto apropriado dum meridiano para se redistribuir o excesso de energia.
Junta-se a este relógio o conhecimento das propriedades Yin-Yang opostas dos vários órgãos. Na acupinctura, os órgãos são tratados aos pares, sendo cada membro de cada par um órgão Yang, oco, tal como o estômago, e o outro um órgão Yin, denso, cheio de sangue, como o baço. Assim, se se estimular o rim (Yin), resulta um melhoramento do intestino delgado (Yang). A melhor altura para o tratamento é à tardinha, porque é tempo Yin e, assim, coincide com órgão Yin estimulado. De acordo com a lei dos 5 elementos da acupunctura, os órgãos servidos pelos 12 meridianos formam 6 pares, e 5 dos pares são equivalentes aos elementos madeira, fogo, terra, metal e água. O sexto par são também órgãos «fogo». O tratamento baseia-se na interacção dos elementos - por exemplo, a água (rim) apaga o fogo (coração), de modo que o rim é acalmado quando se estimula o coração.
Não sendo já posta de lado como charlatanice, mas também não sendo proclamada panaceia para tudo, a prática, se não o fundamento teórico, da acupunctura está a ser aceite por muitos médicos ocidentais, principalmente para alívio de dores crónicas, asma e tratamento de doenças relacionadas com stress. Inserem-se algumas agulhas finas, que se torcem ou ligam a estimuladores eléctricos, em pontos localizados ao longo de meridianos especiais. A pesquisa mais recente, levada a cabo na China e no Ocidente, sugere que a acupunctura actua no alívio da dor porque estimula a glândula pituitária, na base do cérebro, a libertar endomorfinas, subtâncias químicas a´nalgésicas naturais semelhantes à morfina.
Yin & Yang
Yin & Yang são as 2 enrgias opostas encontradas em todas as coisas. São ao mesmo tempo antagónicas e complementares. Por exemplo, a noite é Yin e o dia é Yang. O acupuncturista visa restaurar a harmonia entre o Yin e o Yang do corpo.
Quando um budista zen medita, o corpo está relaxado mas a mente está alerta. O seu cérebro está a produzir ritmos alfa, beta e teta, e a sua pele mostra elevada resistência eléctrica. Sem o saber, está a praticar biofeedback, porque está a aprender alguma função do seu corpo ou mente e a controlar tal função. A pesquisa de muitas formas de meditação ajudou os terapeutas de biofeedback a correlacionar os vários estados de consciência com os 4 ritmos principais do cérebro: alfa, beta, teta e delta. Como resultado, pode aprender-se hoje a relaxar o corpo e a mente por se descobrir, com o auxílio dum terapeuta, como desenvolver os ritmos alfa e teta próprios.
Acupunctura
A arte da acupunctura é saber, em relação a uma doença, onde furar a pele com agulhas. Cada ponto de acupunctura relaciona-se com um equilíbrio específico de energia Yin e Yang, que é diagnosticado pela avaliação subtil das qualidades do pulso e da cor da língua e da pele.
Na acupunctura, a energia vital que activa os 12 órgãos do corpo é criada pelo respirar e comer.Passa de um órgão para o seguinte por canais chamados meridianos que, não sendo artérias nem nervos, parecem não ter localização na anatomia do corpo. Cada um dos 12 órgãos principais tem um meridiano associado, e cada meridiano está presente nos lados esquerdo e direito do corpo. desequilíbrios de Yin e Yang fazem com que flua energia de mais ou de menos, criando assim sintomas específicos duma doença. Escolhendo cuidadosamente os pontos apropriados entre cerca de 1000, o acupuncturista pode restaurar a harmonia do Yin e Yang do corpo.
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