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A degradação do meio ambiente

As consequências da agricultura para o meio ambiente
• A destruição exagerada e, quase sempre, desnecessária das formações vegetais, a degradação dos solos, a poluição das águas e até da atmosfera e os efeitos negativos (por vezes desastrosos) para a fauna são as principais con­sequências para o meio ambiente da prática da agricultura, quer tradicional quer moderna.
• Embora a delapidação das formações vegetais para aumento do solo arável ocorra ainda em todas as regiões do mundo, é nas regiões tropicais que ela assume maiores proporções.
No sistema de agricultura itinerante, as queimadas destroem imensas áreas de floresta e de savana, e os solos, depois de esgotados, são simplesmente abandonados. Desprotegidos, ficam então expostos à forte insolação que destrói os microrganismos que transformam a matéria vegetal em húmus e este em elementos minerais nutritivos absorvíveis pelas plantas. Nestas condições, os solos tornam-se estéreis e as águas de escor­rência acabam por destruí-los por erosão.

Fig. 1 - Organização do espaço agrícola na agricultura itinerante (Indochina).

Claro que durante a queimada uma parte da fauna põe-se em debandada e a outra parte acaba por ser destruída. Também na agricultura moderna de plantação, caracteristicamente mono­cultural e dominante nas regiões tropicais, em que o único objectivo é a pro­dução em massa e a baixo custo de variados produtos para exportação, a destruição das formações vegetais e a degradação do solo assumem aspec­tos dramáticos.
Tendo em vista a maximização do lucro, aos empresários in­teressa mais, por lhes ser mais económico, a destruição das formações ve­getais para obtenção de novos solos virgens do que preservar e conservar os que vêm ocupando, já relativamente empobrecidos pelo seu uso contínuo. É evidente que, depois de alguns anos de ocupação, os novos solos acabam também por ser abandonados quando já não se torna rendível cultivá-los. Desprotegidos e, por isso, expostos às intempéries, os solos abandonados são rapidamente destruídos por erosão, transformando-se, muitas vezes, em autênticos areais, completamente estéreis, uma vez que as águas arrasta­ram a matéria orgânica e os elementos minerais nutritivos.
• Nos sistemas extensivos, em que uma parte do solo é deixado em pousio absoluto e, portanto, sem qualquer protecção contra os agentes atmosféri­cos, o resultado é também o da sua degradação por erosão. Nos países de grande extensão territorial, como são os casos dos Estados Unidos e da Rússia, onde a terra não falta, ou melhor, não faltava, quando o ren­dimento dos solos se torna demasiado baixo são simplesmente abandonados. Daí que muitos milhões de hectares de boa terra se tornassem praticamente estéreis. Face a esses autênticos desastres, procura-se hoje preservar os solos, ocupando-os com culturas forrageiras nos períodos de pousio.
Mas também nos sistemas intensivos, onde o solo é submetido continua­mente a grande pressão de cultivo, ele pode acabar por esgotar-se se não for compensado com a utilização de fertilizantes orgânicos.
• Na Europa Ocidental, a evolução dos campos fechados para o sistema de campos abertos, com a destruição das vedações, tem levado ao desapareci­mento de grandes áreas arborizadas, principalmente na França. Claro que, na falta de barreiras naturais (árvores e arbustos) que sirvam de "pára-ventos", a erosão eólica provoca grandes estragos nos solos, o que se acentua com a acção da água das chuvas, cuja escorrência sobre os campos de cul­tura é mais fácil nos campos abertos.

Fig. 2- Na agricultura moderna os insecticidas (neste caso lançados de avião) suprimem não apenas os insectos nocivos como também os outros, modificando assim o frágil equilíbrio entre espécies animais e vegetais.

Por outro lado, no sistema de rega tradicional (por gravidade), se não houver os necessários cuidados a água arrasta a matéria orgânica e os elementos minerais nutritivos, deixando o solo coberto de areia. Este problema torna-se mais grave nos solos com certo declive. • Finalmente, na agricultura moderna, a invasão dos campos por máquinas dos mais diversos tipos e a utilização maciça e muitas vezes indiscriminada de produtos químicos (fertilizantes e pesticidas) têm efeitos altamente perni­ciosos.
A influência do pastoreio na degradação do ambiente
• O pastoreio, sobretudo quando os rebanhos são demasiado numerosos para a capacidade das terras de pastagens, constitui, com frequência, um autêntico f1agelo para o meio ambiente, traduzido essencialmente pela de­ gradação das formações vegetais e dos solos, com especial incidência nas regiões de clima tropical, semiárido, árido e mediterrânico e até nas grandes planícies de clima mais ou menos húmido, onde domina o pastoreio extensi­vo.
Com efeito, comendo os rebentos, os ramos e as folhas das árvores jovens e dos arbustos, os animais, particularmente os ovinos e caprinos, impedem o seu normal desenvolvimento, acabando a cobertura vegetal por ficar reduzi­da a algumas espécies espinhosas mais resistentes. Por outro lado, para favorecer o desenvolvimento das pastagens, os pastores não hesitam em lançar fogo à vegetação arbórea e arbustiva, provocando da­nos, muitas vezes irreparáveis, à flora natural.

Fig. 3- Aspecto da aniquilição da vegetação pelo pastoreio. Em volta do bebedouro a vegetação foi completamente devorada pelo gado.

Nas regiões tropicais e mediterrâneas a acção combinada do fogo e do pas­toreio excessivo (sobrepastoreio) levaram à destruição de extensas áreas flo­restais. Aliás, em grande parte, o maquis e o garrigue não são mais do que formações vegetais secundárias, degradadas, resultantes da destruição da floresta mediterrânea. Por seu lado, pelo mesmo processo a savana tropical converte-se em estepe e esta em deserto.
• É evidente que o solo, desprovido da sua protecção vegetal entretanto des­truída, fica exposto à acção dos agentes erosivos, o que conduz à sua degra­dação. Além disso, o forte espezinhamento do solo pelo gado torna-o muito compac­to, o que, dificultando a infiltração da água, favorece a sua escorrência e, consequentemente, a erosão. Claro que estes processos reduzem ou eliminam a capacidade produtiva da terra, com a consequente desertificação de extensas superfícies, particular­mente nas regiões de clima seco.
A alteração do meio ambiente pela indústria
• A indústria altera mais ou menos profundamente o meio ambiente, espe­cialmente nas regiões onde ela é particularmente desenvolvida. Substitui e transforma as velhas paisagens agrárias, suscita o nascimento e a expansão das cidades e implica um grande desenvolvimento das vias de comunicação (construção de estradas, vias férreas, canais, túneis, pontes, etc.).
• Mas o grande e grave problema da indústria é o da poluição, nos seus di­versos aspectos: da atmosfera, das águas e do solo, a que se junta a polui­ção sonora.
Fig. 4- Complexo industrial petroquímico no Sul dos Estados Unidos (Baton Rouge)
As centrais térmicas a carvão, as refinarias de petróleo e a petroquímica lan­çam na atmosfera grandes quantidades de gases tóxicos, nomeadamente óxidos de carbono e anidrido sulfuroso, enquanto as siderurgias e as fábri­cas de cimento «vomitam» extraordinárias quantidades de fumos e poeiras, tornando a atmosfera pesada e quase irrespirável. Por sua vez, muitas indús­trias químicas empestam o ar com gases que exalam um cheiro nauseabun­do.
Absorvendo os gases libertados pelas indústrias, as chuvas tornam-se dema­siado ácidas (chuvas ácidas), com a consequente degradação da vegetação e dos solos.
As paisagens negras
As indústrias ligadas ao carvão e ao ferro geraram paisagens inconfundíveis, vulgarmente conhecidas por paisagens negras. Como todos sabemos, dado o elevado peso daqueles produtos e a consequente dificuldade do seu transporte, que se torna muito caro, as indústrias que os utilizavam instalaram-se nas proximidades dos locais de extracção. Assim, as minas de carvão e de ferro, sobrepujadas de estruturas metálicas e cercadas de montões de carvão e de escória e de enormes construções fabris, com as suas altas chaminés a libertar constantemente espessos fumos negros, simbolizaram (e ainda simbolizam em muitas regiões) as paisagens industriais clássicas, de que são exemplo o Centro da Grã-Bretanha, O Norte da França, o Rur, o Nordeste dos Estados Unidos, a Ucrânia e muitas outras. Estabelecidas nas proximidades das minas, as primeiras indústrias (siderurgia, principalmente) passaram a constituir uma enorme força de atracção para muitas outras, como as construções mecânicas e a química pesada, esta última com os seus fumos muitas vezes coloridos e odores às vezes difíceis de suportar. Deste modo se construíram e alargaram vastos complexos industriais feios e tristes e envolvidos por uma atmosfera irrespirável. Vias férreas utilizadas por longas filas de vagões, num vaivém incessante, e estradas sobrecarregadas de camiões criam um ambiente de grande actividade e ruidoso. A impressão de gigantismo e de estranhesa é agravada ainda pela projecção de fumaças incandescentes e fagulhas, pelo escorrer do ferro em fusão, pelo martelamento dos lingotes e pelo constante apitar das locomotivas. Num tecido industrial sombrio, dispõem-se os alinhamentos de casas para operários, todas idênticas entre si, construídas com tijolos que rapidamente enegrecem com os fumos e poeiras.
Fig. 5- Fábrica de produtos químicos (Estados Unidos) libertando espessos e perigosos fumos e gases.

• Muitas indústrias (químicas, têxteis, de celulose e outras) lançam nas águas dos rios, ribeiras, lagos e mares enormes quantidades de resíduos de alta toxicidade, provocando enormes prejuízos nos seres vivos aquáticos. Al­guns lagos e rios tornaram-se biologicamente mortos, devido à forte concen­tração desses resíduos.

Ao infiltrarem-se no solo, as águas industriais poluídas destroem os micror­ganismos decompositores, dificultando ou impedindo o desenvolvimento da flora.
• À poluição atmosférica e das águas junta-se a poluição sonora. Algumas indústrias atingem níveis de barulho intoleráveis para a vizinhança, como são os casos de muitas indústrias de construções mecânicas.
• Finalmente, as centrais nucleares libertam radiações que, quando excessivas, se tornam altamente prejudiciais para todos os seres vivos. Por outro lado, as águas marinhas e continentais servem de “lixeira” onde são lança­dos grandes quantidades de detritos radiactivos altamente perigosos.
Muitos países, sobretudo os mais desenvolvidos, têm vindo a implementar medidas no sentido de diminuir o nível da poluição industrial. Entre as técnicas que permitem essa redução contam-se as estações depuradoras das águas utilizadas nas unidades fabris e a utilização de filtros especiais que retêm os fumos e as poeiras. Por outro lado, procura-se que as indústrias poluidoras se estabeleçam em áreas mais ou menos afastadas dos centros populacionnal.
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