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Saiba o que fazer quando o seu filho odeia a escola

Quando as crianças não gostam da escola
Eis algumas das razões mais co­muns pelas quais os miúdos não gos­tam da escola - com as respectivas estratégias para os recolocar no ca­minho do sucesso:
Ansiedade.
Um dos medos que fazem que os miúdos não gostem de estar na escola é a ansiedade da se­paração, que ocorre de uma forma mais frequente em alturas de problemas familiares ou quando a crian­ça se prepara para entrar para uma nova escola. Infelizmente, os pais poderão fa­vorecer essa ansiedade pela forma co­mo lhe responderem. Com os miú­dos mais pequenos, tenha cuidado com a forma como se despede deles nos primeiros dias de escola. Dizer de uma forma convicta «Diverte-te! Às 14.30 estou cá para te vir buscar» inspirará mais confiança que dizer «Não te preocupes: estarei cá em 10 minutos se precisares de mim».
Todos poderemos ajudar os nos­sos filhos a lidar com situações que lhes despertem medo (desde o intervir nas aulas até aos testes), ensaian­do com eles essas situações em casa. Dividindo os projectos maiores em etapas mais pequenas, podere­mos também fazê-los parecer menos assustadores. Ensine os seus filhos a substituir pensamentos como «vou falhar» por outros do tipo «tenho ca­pacidade para conseguir».
Solidão.
Algumas crianças não gostam da escola por não terem lá amigos. Poderá ser este o caso se o seu filho estiver sempre sozinho, se se fingir doente para evitar sair da sala nos intervalos ou oferecer aos outros os seus objectos mais precio­sos, na tentativa de que gostem dele. Os problemas derivados da soli­dão podem ser resolvidos melhoran­do o seu relacionamento com os ou­tros: Uma criança poderá precisar de aprender a olhar os outros nos olhos quando falam com ela, a falar mais alto ou a não gritar. Poderemos ensinar aos nos­sos filhos formas de começar uma amizade, tais como: «Eu chamo-me Tó e tu? Queres jogar à apanhada?» Muitas das crianças que se sen­tem sós nunca ouviram algo de bom acerca de si próprias.
Colegas violentos.
Por vezes, as crianças detestam a escola porque têm medo de lá ir. Se o seu filho estiver sossegado e ansioso, tiver pou­cos amigos na escola ou de repente ficar com a auto-estima abalada, po­derá estar a ser vítima da violência física ou verbal de um colega.
O conselho mais comum para ul­trapassar este tipo de problema ensine o seu filho a ter mais confiança em si próprio ­ nem sempre é su­ficiente. Mesmo quando as crianças são autoconfian­tes, multas vezes deixam-se afectar pelo problema. O seu conselho é de que as crianças, na primária, informem os professores. As crianças mais ve­lhas deverão andar sempre com os amigos e evitar os locais por onde andar o colega que as provoca. Se tiver de intervir, vá falar com o director, e não com os pais do pro­vocador. E, para evitar que o seu filho se envergonhe, seja discreto.
Problemas de aprendizagem.
Algumas das queixas que as crianças fazem em relação à escola derivam de problemas de saúde. Para elas, não gostar da escola acaba por ser fruto da frustração de estarem um passo atrás, por muito que se empe­nhem.
Outros dos problemas são os de visão que são sur­preendentemente vulgares, pelo que os pais deverão estar atentos aos in­dícios de problemas. Enquanto o seu filho lê, costuma tapar um olho, in­clinar a cabeça ou perder-se no tex­to? Segura os livros a uma distância menor do que aquela que separa os cotovelos dos nós das mãos? Quei­xa-se de comichão nos olhos, dores de cabeça e náuseas após um traba­lho mais exigente? Se for esse o caso, faça-lhe um exame completo aos olhos, que incluirá avaliações do con­trole do movimento ocular, focali­zação e percepção da profundidade, entre outros.
Alguns dos alunos menos moti­vados poderão não estar a ouvir os professores. Se o seu filho estiver com problemas em aprender os sons das letras (principalmente vogais cur­tas), marque uma consulta num es­pecialista de ouvidos. Deverá fazê-lo também se ele confundir palavras com uma sonoridade semelhante ou se fizer perguntas que já foram res­pondidas.
As crianças com dificuldades de aprendizagem sentem-se muitas ve­zes frustradas, não conseguem com­pletar trabalhos ou parecem ignorar o professor. Poderão não ser capazes de recordar coisas simples, tais como o seu próprio número de telefone, o alfabeto ou pormenores de uma his­tória que acabaram de ouvir. Se suspeitar que o seu filho sofre de um desses problemas, peça aos professores que mandem o psicólogo analisá-lo.
Antipatia por um professor.
E se o seu filho se queixar constan­temente de que um professor é «in­justo» ou «mau»? Por vezes, a solu­ção é simples: Juntar a criança e o professor na mesma mesa à hora do almoço poderá muitas vezes melho­rar a relação entre eles. Noutros casos, são necessárias ac­ções mais drásticas.
Mas não se esqueça de que os miúdos sabem pôr os pais contra os professores. Por isso, se o seu filho lhe contar uma história terrível acer­ca da escola, não presuma desde lo­go que se trata de toda a verdade. Fale com o professor, director ou con­selheiro escolar. Uma vez identifica­das as causas para o seu filho detes­tar a escola, poderá, em quase todos os casos, encontrar uma solução.
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Os medos e as fobias de andar de avião

Técnicas para acabar com o medo de viajar de avião
A Ptesiofobia é o termo científico para designar o medo de viajar de avião. É um mal comum. São muitos os milhões de adultos que têm medo de viajar de avião. Esse medo muitas vezes surge dias ou semanas antes da viagem, provocando mal-estar contínuo, insónia, náusea e diarreia. Algumas pessoas chegam mesmo a cancelar as reservas. Outras vão para o aeroporto, mas voltam para casa. E depois que se encontram a bordo, o voo é sempre um pesadelo.
Muitas pessoas confessam sentir pânico, vontade de chorar e uma sensação acabrunhante; algumas não conseguem mexer-se nem falar. Por exemplo: em tempos houve uma mulher que cravou as unhas no braço do marido com tanta força que chegou a fazer sangue.
A verdade é que esse medo é inteiramente desproporcionado em relação ao perigo. Viajar de avião em voos normais é seguro. É certo que as estatísticas sobre segurança a bordo pouco ajudam a tranquilizar o passageiro medroso. Como dizia Einstein: «A imaginação tem mais força que o conhecimento.» Se você tem medo de viajar de avião, o medo torna-se um hábito subconsciente, que o aprisiona ou pelo menos o limita. Cresce insidiosamente, acabando por tornar-se algo insuperável.
Felizmente, o medo de viajar de avião é uma das fobias mais fáceis de tratar; mas primeiro é preciso que compreenda que o problema não é exterior a você. Andar de avião é uma das maneiras mais seguras de viajar, por isso não é o avião, ou a tripulação, ou os controladores aéreos que lhe causam medo. O problema são as emoções que você próprio criou. Depois, deve entender que voltar as costas à origem do problema só faz com que o medo aumente. A única maneira de superar uma fobia é deixar de evitá-la.
Eis um método para você enfrentar esse medo e derrotá-lo:
1º - Visite os aeroportos. Num qualquer ponto da área de todos os aeroportos existe um local de onde se podem ver os aviões aterrando e levantando voo. Observe as diferentes marcas e tamanhos; saiba em que tipo de avião vai viajar e aprenda a reconhecê-lo;
2º - Chegue ao aeroporto cedo. Conte com uma hora no mínimo para fazer o check-in e passar o controle da segurança. As correrias só servem para aumentar a sua ansiedade;
3º - Considere a hipótese de Viajar com uma pessoa que compreenda seu problema. Saiba que vai estar nervoso, excitado e pouco à vontade. Respire fundo, para sentir uma sensação de autodomínio. O movimento é um outro antídoto, por isso levante-se e espreguice-se, mexa-se de um lado para o outro.
4º - Escolha um lugar o mais na frente possível do avião; é mais sossegado e balança menos. Esforce-se por agir em vez de reagir; tente puxar conversa com outro passageiro; 5º - Mesmo quando já estiver sentado e de cinto apertado, pode fazer muita coisa para aliviar a tensão. Boceje; sorria para o vizinho do lado. Preste atenção à demonstração de como agir em caso de emergência.
6º - Respire fundo no momento em que o avião se alinhar para a descolagem. Recoste-se na cadeira, mantendo-se de olhos abertos. Não agarre os braços da cadeira; isso ainda o porá mais tenso. Mova os dedos dos pés cada vez mais depressa com a aceleração, o que o ajudará a relaxar-se. E reflicta: a descolagem só demora de 35 a 40 segundos.
7º - Depois da descolagem, preste atenção ao ruído do trem de aterragem sendo recolhido e ao toque da campainha que indica que o aviso de não fumar foi desligado. Considere os sons e movimentos do avião como sendo normais. Se aprender a relaxar, a sua procura constante de sons sinistros desaparecerá;
8º - Não deixe que os seus receios aumentem devido à turbulência do ar. Um voo turbulento é como andar num barco veloz num lago agitado, ou guiar um carro numa estrada esburacada. Desde que o cinto esteja apertado, a turbulência não tem a mínima importância, nem para você nem para o avião, que é tão forte como um navio de guerra. Se, devido ao seu nervosismo, você começar a tremer, acelere o ritmo dos tremores: isso fará com que volte ao seu estado normal. Depois de estar controlado, vai deixar de tremer gradualmente;
9º - Familiarize-se com as técnicas de voo. Se, por exemplo, viajar através de nuvens o enerva, porque você pensa que há perigo de colisão com outros aviões, informe-se o melhor possível sobre o trabalho dos controladores aéreos; isso vai acalmá-lo. Saiba que os aviões que vão em direcção a oriente voam a uma altitude de 8.100 m, 8.700 m, 9.900 m e 11.000 m; os que vão para ocidente voam a uma altitude de 7.800 m, 8.400 m, 9.300m e 10.500m. A distância que separa os voos, a altitudes inferiores a 8.700 m, é de 300 m; e de 600 m para voos a altitudes superiores a 8.700 m. Em geral, a distância mínima na horizontal entre os aviões que estão controlados pelo radar é de 9.300m;
10º - Viaje sóbrio. Muitos passageiros medrosos bebem demais antes do embarque; beber é contraproducente. Essa conclusão foi tirada por pessoas que começaram a viajar sóbrias, porque a bebida não as ajudava. Por exemplo: em tempos houve um homem, um bebedor moderado, que bebeu demais num voo e acabou por perder a noção das coisas. Depois acordou na manhã seguinte sem saber em que cidade ou hotel estava. Os calmantes também só servem para agravar o problema.
Quando tiver superado o seu medo, aprecie a liberdade que isso lhe proporciona!
Viajar de avião é praticamente indispensável no século XXI.
Jogue para trás das costas esse medo e essa limitação e tenha uma óptima viagem!
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Incontinência Urinária: sem tabus

Termine com os seus medos/receios...
Incontinência urinária, o que é?
A incontinência, ou micção involuntária, é muito comum. A forma mais usual é a incontinência de stress, em que escorre uma pequena quantidade de urina quando há um aumento da pressão abdominal, como quando se tosse, ri ou espirra. Na incontinência total, a bexiga esvazia-se por completo.
Tipos/causas de incontinência urinária
Ter perdas de urina é mais comum do que se imagina. Calcula-se que mais de 30% das mulheres com idades compreendidas entre os 18 e os 49 anos possam ter perdas de urina ligeiras em determinado momento da sua vida.
Na maioria dos casos, tal deve-se a um enfraquecimento dos músculos pélvicos, nomeadamente do esfíncter urinário, provocado pela gravidez, pelo parto ou por alterações hormonais durante a menopausa, pois a falta de estrogénios pode diminuir a flexibilidade do tónus muscular.
Acontece a cerca de 50% das mães primíparas (que tiveram o primeiro parto), percentagem que aumenta para 80% a partir da segunda gravidez.
A possibilidade de este problema ocorrer é também condicionada pelo tipo de parto: calcula-se 23,1% de risco num parto normal e 15,4% numa cesariana. Outros factores são o próprio envelhecimento e a obesidade, ou doenças como uma infecção urinária, cálculos na bexiga, depressão, ansiedade ou ira, descontrolo mental, lesões cerebrais ou na espinal medula, bexiga irritável, entre outras.
Tipos/causas de incontinência urinária
Fala-se de incontinência urinária quando há uma perda involuntária de urina que é suficientemente frequente ou intensa para se tornar um problema social ou de higiene.
Há vários tipos (as três mais comuns são a provocada por esforço ao tossir, espirrar, levantar objectos pesados, rir, correr, etc.; a bexiga hiperactiva, causada por contracções musculares inadequadas durante a fase de armazenamento, e um misto destas duas situações), pelo que é muito importante fazer um diagnóstico correcto para aceder ao tratamento mais adequado a cada caso. No entanto, por medo e sobretudo por constrangimento, muitas pessoas não se queixam e ocultam o seu mal não só do médico como, inclusive, da família.

Nota: O sistema urinário é formado por dois rins, dois ureteres, bexiga e uretra. Normalmente a bexiga enche-se de urina e depois envia sinais nervosos ao cérebro para a pessoa ficar a saber que necessita de urinar.

Soluções possíveis/prevenção
A solução começa, pois, por estar nas suas mãos: não tenha vergonha nem se esconda. Fale com um especialista, e, em conjunto, encontrarão a melhor maneira de resolver a questão.
Aguentar a vontade de ir à casa de banho, usar roupa muito justa, pegar em sacos de compras pesados, determinados desportos, como os que exigem saltos bruscos... estes costumes e actividades quotidianas podem favorecer o aparecimento de perdas de urina.
Para preveni-las, atenuá-las e, inclusive, contribuir para o seu desaparecimento, convém fortalecer os músculos pélvicos, praticando os chamados exercícios de Kegel, uns movimentos muito fáceis que podem executar-se em qualquer altura, lugar e posição (deitada, sentada ou de pé). Consistem, simplesmente, em contrair e relaxar os músculos pélvicos em séries de cinco minutos, como se quisesse interromper a micção. Embora estes exercícios não curem a incontinência, entre 50 a 75 por cento dos pacientes relatam melhorias substanciais nos seus sintomas
A eficácia dos exercícios de Kegel pode, no entanto, ser aumentada recorrendo a técnicas de biofeedback, que ajudam a isolar o pavimento pélvico e os músculos da bexiga e a conseguir a intensidade apropriada de contracção e relaxamento. Para isso utiliza-se uma sonda vaginal ou rectal, que a própria paciente insere, e que irá enviar informação para um equipamento de monitorização permitindo assim avaliar a contracção dos músculos pélvicos e o relaxamento da bexiga e dos outros músculos abdominais, e deste modo adequar os exercícios.
Outras medidas simples a adoptar para controlar a bexiga são: urinar com intervalos regulares (por exemplo, a cada duas ou três horas); evitar bebidas e alimentos irritantes, como as bebidas gaseificadas, o café ou o álcool, os frutos ácidos, o tomate, as comidas muito condimentadas, o chocolate ou o leite, e beber muita água (entre seis a oito copos por dia).
Também é importante adquirir bons hábitos, como manter uma alimentação saudável, evitar o excesso de peso e a prisão de ventre.
Um pequeno truque: cruzar as pernas. Recorrer a este gesto tão simples antes de tossir ou de espirrar pode ajudar a controlar a incontinência urinária.
Absorventes: existem produtos específicos para as perdas de urina idealizados e fabricados com as tecnologias e materiais mais apropriados. Encontrá-los-á de diferentes tamanhos e graus de absorção, para se adaptarem às necessidades de cada mulher e contribuírem para que a sua vida continue a ser a mesma. Porém, não se conforme apenas com um absorvente discreto e cómodo, que evite a humidade e neutralize o odor. Procure um que também a ajude a proteger e a cuidar da pele.
Nos casos mais graves: quando os tratamentos não cirúrgicos falham, a incontinência é intensa e se o doente o desejar, pode recorrer-se à cirurgia. Há várias técnicas, consoante a gravidade do problema, mas uma que costuma resultar é a injecção de uma substância fortalecedora nos músculos do colo vesical.
Ocasionalmente, pode tornar-se necessária a cirurgia para remoção de uma obstrução ou para alargar ou alongar a uretra.
A incontinência resultante de infecção é tratada com antibióticos.
A bexiga irritável pode set tratada com drogas anticolinérgicas.
Outros tratamentos complementares
Fitoterapia ocidental: o tratamento ajuda a melhorar o tónus dos músculos da bexiga e estimula um melhor esvaziamento da mesma.
Fitoterapia chinesa: o tratamento resulta melhor combinado com a acupunctura; os remédios incluem adstringentes e tónicos para os rins.
Outras terapias: um naturopata sugere exercícios para os músculos pélvicos, banhos de decúbito, nutrição aplicada e remédios de ervas.
Um reflexologista visa o sistema urinário, zona inferior da coluna, a pélvis e os rins.
Um hipnoterapeuta trata a incontinência através da regressão da idade e programação neurolinguística.
O relaxamento e a visualização conseguem por vezes a cura total.
A acupunctura ajuda os doentes mais idosos.
Nota: Cerca de 40% das mulheres na menopausa sofrem de perdas de urina porque a falta de estrogéneos pode diminuir a flexibilidade do tónus muscular.
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