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Relatório de Autoavaliação Docente - Como elaborar... (evidências documentais)

Guia de Elaboração do relatório
de autoavaliação docente


Ao navegar pela Net "tropecei" neste documento que julgo ser bastante útil para todos aqueles docentes que ainda andam um pouco à nora com a elaboração do relatório de autoavaliação docente.
O documento dá algumas dicas, de acordo com a legislação em vigor para o efeito, ajudando os professores a elaborarem, sem grandes dificuldades, o tão malfadado relatório.








Evidências:
“Para a avaliação de cada dimensão (…), o docente avaliado deverá mobilizar o mínimo de duas e o máximo de quatro evidências” (Despacho n.º 14420/2010, de 15 de Setembro).

A evidência inclui:
• a identificação da actividade/tarefa;
• o enquadramento da actividade no PE e PAA;
• metodologias e estratégias,
• resultados obtidos e, para cada evidência, a sua apreciação;
• o grau de cumprimento dos objetivos individuais (quando apresentados).

EXEMPLO: (clique na imagem para a ampliar)


Siga o mesmo raciocínio para as outras dimensões, ou seja:

2.  Evidências para a Dimensão – Desenvolvimento do Ensino e da Aprendizagem (mínimo 2 e máximo 4) tendo por referências os respectivos domínios:

3.  Evidências para a Dimensão – Participação na Escola e relação com a Comunidade Educativa (mínimo 2 e máximo 4) tendo por referências os respectivos domínios:

4. Evidências para a Dimensão - Desenvolvimento e Formação Profissional (mínimo 2 e máximo 4) tendo por referências os respectivos domínios.

Nota: Vá sempre aumentando o número correspondente às evidências a referir, por exemplo: se na primeira dimensão indicar 4 evidências, na segunda dimensão a primeira evidência a ser indicada deverá ter o número 5  - anexo 5 e assim sucessivamente; isto para facilitar a consulta dos anexos.


Modelo de Relatório de Autoavalição Docente 2011









CAPA
(INCLUIR)
Identificação da Escola/Agrupamento

Avaliado: ………………
Departamento: …………….
Grupo. …………………..

Período de avaliação: ……………….
Componente lectiva: ………….(a que foi atribuída durante o período de avaliação)

Observação de aulas. Sim ou Não
Função ou Funções exercidas: ……(no decorrer do período de avaliação)
Cumprimento do serviço 1º ano: …………
Cumprimento do serviço 2º ano: ………..
Objectivos Individuais: Sim ou Não

Auto-Diagnóstico
(realizado no início do procedimento de avaliação)
1.        Domínios de avaliação: 
2.        Funções ou actividades específicas não enquadráveis nos domínios: Todas as actividades ou funções são enquadráveis nos domínios
3.        Inserção na vida da escola:
4.        Objectivos individuais (caso existam):
Breve descrição da actividade profissional desenvolvida no período em avaliação
1.        Acções exercidas no âmbito do serviço lectivo atribuído e período de concretização:
2.        Acções exercidas no âmbito do serviço não lectivo atribuído e  período de concretização:
Contributo individual para a prossecução dos objectivos e metas da Escola no âmbito das actividades exercidas
(evidências sobre o desempenho e respectiva apreciação)
1.        Evidências para a Dimensão – Vertente Profissional, Social e Ética (mínimo 2 e máximo 4) tendo por referências os respectivos domínios:
Evidência
a)       Identificação da actividade ou tarefa:
b)       Enquadramento no projecto educativo e planos anual e plurianual:
c)       Metodologias e estratégias:
d)       Resultados obtidos:
e)      Apreciação individual:
2.        Evidências para a Dimensão – Desenvolvimento do Ensino e da Aprendizagem (mínimo 2 e máximo 4) tendo por referências os respectivos domínios:
Evidência
a)       Identificação da actividade ou tarefa:
b)       Enquadramento no projecto educativo e planos anual e plurianual:
c)       Metodologias e estratégias:
d)       Resultados obtidos:
e)      Apreciação individual:
3.        Evidências para a Dimensão – Participação na Escola e relação com a Comunidade Educativa (mínimo 2 e máximo 4) tendo por referências os respectivos domínios:
Evidência
a)    Identificação da actividade ou tarefa:
b)    Enquadramento no projecto educativo e planos anual e plurianual:
c)     Metodologias e estratégias:
d)    Resultados obtidos:
e)    Apreciação individual:
4.        Evidências para a Dimensão – Desenvolvimento e Formação Profissional (mínimo 2 e máximo 4) tendo por referências os respectivos domínios:
Evidência
a)    Identificação da actividade ou tarefa:
b)    Enquadramento no projecto educativo e planos anual e plurianual:
c)     Metodologias e estratégias:
d)    Resultados obtidos:
e)    Apreciação individual:
Análise pessoal e balanço sobre a actividade lectiva e não lectiva desenvolvida
1.      Padrões de desempenho:
2.      Objectivos e metas fixados no projecto educativo e planos anual e plurianual da escola:
3.      Objectivos individuais (caso existam):
Formação realizada e apreciação dos seus benefícios para a prática lectiva e não lectiva
1.      Designação, tipologia e duração das actividades de formação e respectivas entidades formadoras ou dinamizadoras:
Identificação fundamentada das necessidades de formação para o desenvolvimento profissional
O/A Professor(a)
 ____________________________

O relatório deve ser redigido de forma clara, sucinta e objectiva, não podendo exceder 6 páginas A4. O Avaliado deve juntar os documentos relevantes para a avaliação do seu desempenho e que não constem do seu processo individual, designadamente, documentos correspondentes às evidências.

Escrever o relatório com letra Times New Roman, tamanho 9 ou 10 no máximo, atendendo a que o mesmo só pode ter 6 páginas.
A capa e os anexos não devem ser paginados.
Os anexos devem ser bem identificados (por exemplo): Anexo 1 - Evidência 1.

FICHA - GRELHA DE OBSERVAÇÃO DOCUMENTAL

EXEMPLO DE EVIDÊNCIAS







DOSSIER INDIVIDUAL DO DOCENTE

DIMENSÕES - EVIDÊNCIAS DOCUMENTAIS

(Clique na imagem para ampliar)






 
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Anjos de quatro patas

Os nossos verdadeiros anjos...
Existem pessoas que não gostam de cães. Estas, com certeza, nunca tiveram na sua vida um amigo de quatro patas.
Ou, se tiveram, nunca olharam dentro daqueles olhos para perceber quem estava ali.
Um cão é um anjo que vem ao mundo ensinar amor.
Quem mais pode dar amor incondicional?
Amizade sem pedir nada em troca?
Afeição sem esperar retorno?
Proteção sem ganhar nada?
Fidelidade 24 h por dia?
Ah, e não me venham com essa de que os pais também fazem isso...
Porque os pais são humanos.
Irritam-se, afastam-se.
Um cão não se afasta mesmo quando você o agride.
Ele regressa cabisbaixo, pedindo desculpas por algo, que talvez não tenha feito.
Lambendo as suas mãos a suplicar perdão.
Alguns anjos não possuem asas.
Possuem quatro patas, um corpo peludo,
nariz de bolinha, orelhas de atenção,
olhar de aflição e carência.
Apesar dessas aparências:
são tão anjos quanto os outros (aqueles com asas)
e dedicam-se aos humanos tanto quanto qualquer anjo costuma dedicar-se.
Que bom seria se todos os humanos pudessem ver a humanidade perfeita de um cão!

Mais comentários para quê?

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Curiosidades dos Séculos XV e XVI

A Nobreza Francesa - da antiguidade à actualidade
Se formos a Versalhes, veremos que o palácio, talvez o mais importante de França, não possui casas de banho.
Na Idade Média não existiam escovas de dentes, perfumes, desodorizantes e muito menos papel higiénico.
As fezes e urina humanas eram atiradas pelas janelas do palácio.
Os leques usavam-se não por causa do calor, mas sim para afastar os maus cheiros exalados de debaixo dos vestidos.
Era por isso que as roupas eram pesadas, de propósito, para reterem os odores das partes íntimas que quase nunca eram lavadas.
As pessoas não tomavam banho por falta de água corrente e de aquecimento nos quartos.
O banho era tomado numa banheira gigante cheia de água quente. O chefe da família era o primeiro a tomá-lo, depois os outros homens da casa por ordem de idade, depois as mulheres, também por ordem de idade. Por fim as crianças sendo os bébés os últimos.
Quando chegava a vez deles, a água estava tão suja que se podia perder um bébé dentro da banheira .
O porquê do ramo de flores das noivas…
Na Idade Média a maioria dos casamentos relizava-se no início do verão. A razão era simples: o primeiro banho do ano era tomado em Maio e então em Junho o cheiro das pessoas ainda se tolerava. Mesmo assim, como alguns odores já começavam a ser incomodativos, as noivas levavam ramos de flores a seu lado nas carruagens para disfarçar os maus cheiros.
Assim nasceu a tradição do ramo de noiva.
Os jardins de Versalhes são, enormes, belíssimos, um verdadeiro regalo para os olhos, mas na época eram mais usados como retretes do que admirados.
Não havia casas de banho e nas festas, pomposas, oferecidas pelo Rei, juntavam-se sempre quantidades infindáveis de pessoas.
“It’s raining cats and dogs”
Os tectos das casas não tinham forro.
Sob as vigas de madeira criavam-se animais: gatos, cães, ratos e outros.
Quando chovia, as goteiras forçavam os animais a descerem ao piso inferior.
Daqui nasceu a expressão tipicamente anglo-saxónica “chover cães e gatos” .
Os mais ricos tinham pratos de estanho. Certos alimentos oxidavam o material, que juntamente com a falta de higiene da época, levava a que frequentemente muita gente morresse envenenada. Os tomates, que são ácidos, provocavam este efeito e foram considerados tóxicos durante muito tempo.
Com os copos acontecia o mesmo, pois o contacto com whisky ou cerveja fazia com que as pessoas entrassem em estado narcoléptico produzido tanto pela bebida como pelo estanho.
Quem visse alguém naquele estado podia pensar que estava morto e preparava-lhe o funeral. O corpo era colocado em cima da mesa da cozinha durante alguns dias acompanhado da família enquanto os outros comiam e bebiam esperando que o “morto” viesse a sí.
Esta foi a origem do velório que hoje se faz junto ao cadáver.
“Salvo pela campaínha”
Os locais para enterrar os mortos eram pequenos e não havia sempre lugar para todos. Os caixões eram abertos e retirados os ossos para lá se meter outro cadáver. Os ossos eran recolhidos num ossário. Às vezes ao abrir-se os caixões, notava-se que o enterrado tinha arranhado a terra, quer dizer, tinha sido enterrado vivo.
Nesta época surgiu a ideia de ligar ao punho do defunto um fio, passá-lo por um orifício do caixão e ligá-lo a uma sineta no exterior da campa. Se o indivíduo estivesse vivo, só tinha que puxar o fio.
Assim a sineta tocava e era desenterrado, porque por causa das dúvidas ficava sempre um familiar junto à campa durante uns dias.
Desta acção nasceu a expressão “salvo pela campaínha”, e não, como muitos pensam, que teve origem no boxe.
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Medos e fobias na infância

Os medos e as fobias nas crianças
O Medo e a fobia não são a mesma coisa, ainda que muitas vezes muitas pessoas estabeleçam confusões entre as duas coisas. O medo define-se pelo surgimento de uma reacção ansiosa face a determinados estímulos. É uma emoção normal e que todos nós já experimentámos. Vários estudos apontam para que cerca de 45% a 50% das crianças sintam algum tipo de temor, sendo que as raparigas são normalmente mais vulneráveis que os rapazes. Isto não quer dizer que elas sintam medo com mais intensidade que os rapazes, mas, como existe por parte destas uma maior facilidade na exteriorização dos sentimentos e emoções, nós conseguimos perceber melhor o que estão a sentir.
Assim, quando se fala em medos, estamos a referirmo-nos a uma emoção saudável, que pretende alertar o ser humano dos perigos que o rodeiam. Seria difícil assegurar a sobrevivência da espécie humana, se não houvesse medo. Todos atravessaríamos estradas sem olhar para os lados, avançaríamos para animais ferozes ... enfim, o perigo não estaria sinalizado.
Alguns medos parecem, inclusive, estar enraizados no nosso inconsciente. Por exemplo, o medo do escuro, das trovoadas ou da morte, são medos que se encontram presentes no quotidiano do ser humano, desde os nossos antepassados mais longínquos.
Por seu turno, muitas pessoas confessam ter medo de cobras, mas nunca estiveram frente a frente com nenhuma, ou seja, o temor foi-lhes transmitido de alguma maneira.
As fobias da infância
A fobia é um medo patológico específico e intenso, desencadeado por um objecto ou situação, que por si só não acarreta qualquer perigo. Há uma lista infindável de fobias, que inclui coisas tão variadas desde o medo a um simples botão, até à figura do Pai Natal, passando pelas indefesas aranhas. Certo é que o fóbico acaba por ver a sua vida complicar-se, uma vez que as fobias o impedem de ter um dia-a-dia descontraído. Esta situação pode prolongar-se da infância até à idade adulta.
De facto, ao longo da infância, todos nós passamos por fases em que os medos estão no seu auge. À medida que vamos ficando mais amadurecidos a nível cognitivo e neurológico, vamos encontrando estratégias eficazes para lidar com os medos, pelo que muitos deles acabam mais tarde por desaparecer. O problema surge quando alguns desses medos permanecem ano após ano, de forma persistente e irracional. Nesse caso, há que haver uma atenção especial, caso contrário é certo que evoluem para fobias.
Há que ter presente que as fobias podem abalar o crescimento saudável de uma criança, porque são vividas tão intensamente que condicionam a sua auto-estima, a segurança e a confiança. Na escola, as crianças fóbicas apresentam uma fragilidade muito grande, pois estão constantemente angustiadas, quer seja devido à ausência da mãe ou por terem de apresentar um trabalho perante a turma. Não é fácil uma criança sentir-se impotente face a situações que até pode perceber que não são perigosas, mas simplesmente não consegue enfrentá-las! Neste caso, é essencial que os pais ou educadores saibam escutar a criança, desmistifiquem esses sentimentos e, sobretudo, que a ajudem no sentido de encontrar estratégias eficazes para resolver os seus medos.
Como respeitar os medos e as fobias dos seus filhos
Evite subestimar ou ridicularizar os medos dos seus filhos. Aprenda a aceitá-los como uma etapa natural de crescimento e responda de for­ ma adequada, preparando os seus filhos para as situações que os possam aterrorizar. Lembre-se que muitos medos são apreendidos, por isso, seja um bom modelo na educação. Evite socorrer-se do amedrontamento para controlar qualquer tipo de comportamento. Frases como "se não te portares bem vem aí o homem do saco ou o papão" ou "olha que vem o polícia e leva-te preso" podem levar ao surgimento de medos intensos e, mais tarde, de fobias. Seja compreensivo e tente perceber o que se passa à volta dos seus filhos por forma a tentar ajudá-los a superarem aquilo que os atormenta sem, no entanto, alterar a sua personalidade. Não se esqueça que os medos protegem os seus filhos dos perigos diários mas, quando excessivos eles podem tornar-se em fobias e este facto poderá tornar-se num distúrbio patológico que necessariamente precisará de ajuda urgente.
Os medos mais comuns segundo as idades

0 - 6 MESES DE VIDA

-->A perda da figura de referência (especialmente da mãe).

-->Os barulhos intensos.

7 - 12 MESES DE VIDA

-->A presença de pessoas estranhas.

-->Os imprevistos.

1.° ANO DE VIDA

-->O estar separado dos pais.

-->A presença de pessoas estranhas.

2.° ANO DE VIDA

-->Os barulhos.

-->A presença de animais.

-->A escuridão.

-->Os objectos de grande dimensão.

-->A mudança de meio.

-->O estar separado dos pais.

3.° E 4.° ANO DE VIDA

-->As máscaras.

-->A escuridão.

-->A presença de animais.

-->O estar separado dos pais.

5.° ANO DE VIDA

-->O estar separado dos pais.

-->A presença de animais.

-->As pessoas más, ladrões, assaltantes.

-->A dor física.

6.° ANO DE VIDA

-->Os seres sobrenaturais; monstros.

-->As bruxas.

-->As trovoadas.

-->Dormir ou ficar sozinho.

-->O estar separado dos pais.

-->A escuridão.

7.° E 8.° DE ANO DE VIDA

-->Os seres sobrenaturais.

-->A escuridão.

-->O ficar só.

-->Filmes, notícias, informações transmitidas pelos media Ofensas corporais (que acarretem dor).

9.° AO 12.° ANO DEVIDA

-->Os medos relacionados com a escola (exames, professores, reprovações).

-->A aparência física (acne, ser gordo, etc.).

-->A trovoada, relâmpagos e tremores de terra.

-->A morte.

-->Os conflitos entre os pais.

12.° AO 18.° ANO DE VIDA

-->O ser mal sucedido nas relações interpessoais.

-->A perda da auto-estima.

-->O medo de falhar.

-->A aparência física (ser gordo, feio, ter borbulhas, etc.).

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